por Kalvelage

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Antes de comprar vodka, veja isso

Existem muitas variedades de vodka no mercado, nacionais e importadas, com foco em coquetelaria, na preparação caseira de drinks ou para beber pura. Cada produto tem suas particularidades, e cada empresa tem um foco específico sobre o que servir a seus clientes.

Você talvez escolha sua bebida pelo preço, por indicação de algum amigo, por já gostar de uma determinada marca ou simplesmente escolhe a mais conhecida por não saber a qualidade das outras opções disponíveis no mercado.

A vodka pode ser feita de diversos ingredientes. Na Polônia, por exemplo, surgiu a vodka feita com batatas. Em outros lugares, a bebida é feita de cereais, centeio, melado ou até mesmo de frutas. É possível produzir vodkas com praticamente qualquer ingrediente que contenha amido e açúcar.

Quando se usa batatas ou cereais na produção da vodka, a graduação alcoólica após a fermentação varia entre 5% e 7% – podendo ser maior caso se utilize frutas. Para o processo de fermentação, pode-se adicionar enzimas que transformam o amido em açúcar, ou apenas acrescentar leveduras. O resultado disso é chamado de mosto.

Depois da fermentação, inicia-se o processo de destilação. O mais comum na produção de vodka é utilizar o alambique de coluna, por ser mais eficiente e produzir um líquido mais claro. Entretanto, o alambique de cobre também é utilizado em algumas destilarias. Diferentemente da destilação tradicional em alambique de cobre, os de coluna funcionam por meio de um cuidadoso gerenciamento de centenas de destilações menores, introduzindo vapor e controlando a temperatura. A vodka da Kalvelage passa por esse processo de destilação três vezes, ou seja, é uma bebida tridestilada, o que garante sua pureza. Quando o mosto é bombeado para o fundo do alambique, ele é aquecido pelo vapor que sobe pela coluna.

O mosto evapora e se condensa em placas de metal perfuradas. O fundo da coluna fica com maior concentração de água, enquanto o topo concentra mais álcoois leves. O ponto ideal fica próximo ao topo da coluna, onde a concentração de etanol é de quase 96%. É daí que é retirado o líquido para a produção da vodka. Vale notar que, neste ponto do processo, a bebida ainda tem traços de aldeído, metanol, álcoois pesados, acetatos e ácido acético em baixas concentrações. 

Depois desse processo, a maioria das vodkas é filtrada com carvão ativado, para remover impurezas e corrigir a coloração. Além disso, o carvão ativado ameniza o sabor do destilado, removendo a maioria dos compostos voláteis. Na filtração, são retirados os álcoois pesados, que devem ser descartados. No entanto, algumas marcas não descartam o metanol. O consumo elevado de metanol pode causar intoxicação, promovendo dores de cabeça, náusea e vômitos.

Em seguida, a vodka é acrescida de água para reduzir sua graduação alcoólica, até um mínimo de 37,5%. Após a retificação, a bebida fica com cerca de 40% de água. Por isso, a qualidade e os minerais contidos na água são tão importantes. A Kalvelage, por exemplo, utiliza a mais pura água do Vale Europeu catarinense.

Testes químicos comprovaram que as vodkas de outras empresas levam açúcar e glúten em sua composição, não sendo indicadas para pessoas alérgicas ou diabéticas. Nenhum produto do portfólio Kalvelage possui esses ingredientes em sua formulação.

Na Kalvelage, prezamos pela qualidade de nossos produtos e pela experiência do cliente. Nossas bebidas são feitas com cereais 100% brasileiros, usando a mais pura água do Vale Europeu. Além disso, nossas vodkas não levam açúcar nem glúten em sua composição.

Outro diferencial da Kalvelage está na Vodka Kalvelage Oak. Este produto é único no Brasil, porque leva extrato de carvalho americano em sua composição, em conformidade com a legislação brasileira. Os sabores do carvalho se misturam aos da vodka, criando uma identidade única.

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